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No Brasil, o projeto atua em duas bacias. A primeira é a de Putumayo-Içá, que nasce na Colômbia e desemboca no rio Solimões, no Amazonas. Hoje, a região enfrenta ameaças como pesca predatória, mineração, tráfico de animais e tráfico de drogas.
Nossa meta é fortalecer a gestão de territórios indígenas e acordos de pesca sustentável, melhorando a governança de mais de 470 mil hectares. Também vamos atualizar planos de uso sustentável e ampliar o monitoramento participativo de peixes e qualidade ambiental, incluindo estudos sobre contaminação por mercúrio e seus impactos na saúde humana e ambiental.
A segunda bacia brasileira é a do Amazonas Médio e Baixo Negro, onde os rios de águas pretas e claras formam ecossistemas únicos e abrigam biodiversidade rara. A região sofre com urbanização desordenada, pesca irregular e pressão sobre áreas protegidas e comunidades tradicionais.
Até 2026, o projeto vai colocar 1 milhão de hectares sob gestão ou conservação melhorada, apoiar a criação de novas áreas protegidas, fortalecer territórios quilombolas e indígenas e implementar políticas que integrem conservação ambiental e saúde pública.
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