Ecossistemas Aquáticos

Agosto de 2023 a Outubro de 2026

A Amazônia abriga a maior rede de rios e florestas tropicais do planeta — essenciais para a vida, a cultura e a segurança alimentar de milhões de pessoas. Mas essas águas enfrentam ameaças crescentes, como pesca predatória, poluição e perda de conectividade ecológica.

Nosso objetivo é proteger a integridade e a conexão dos ecossistemas de água doce e florestas em quatro bacias amazônicas, aliando ciência, governança participativa e ações no território.

Para alcançar esse resultado, o projeto investe em três grandes frentes:

  • Produção e compartilhamento de conhecimento: monitoramento participativo de peixes e ambientes aquáticos, estudos sobre saúde ambiental e impactos do mercúrio, e apoio à gestão territorial indígena.
  • Fortalecimento da governança pesqueira: articulação entre comunidades, organizações locais e governos para construir acordos, políticas e modelos de gestão mais justos e sustentáveis.
  • Expansão e melhoria da gestão de áreas protegidas: criação de novas áreas, fortalecimento de territórios indígenas e apoio à conservação comunitária, valorizando a conexão entre rios e florestas.

 

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Infográfico Conservando Juntos 1 Infográfico Conservando Juntos 2 Infográfico Conservando Juntos 3 Infográfico Conservando Juntos 4

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No Brasil, o projeto atua em duas bacias. A primeira é a de Putumayo-Içá, que nasce na Colômbia e desemboca no rio Solimões, no Amazonas. Hoje, a região enfrenta ameaças como pesca predatória, mineração, tráfico de animais e tráfico de drogas.

Nossa meta é fortalecer a gestão de territórios indígenas e acordos de pesca sustentável, melhorando a governança de mais de 470 mil hectares. Também vamos atualizar planos de uso sustentável e ampliar o monitoramento participativo de peixes e qualidade ambiental, incluindo estudos sobre contaminação por mercúrio e seus impactos na saúde humana e ambiental.

A segunda bacia brasileira é a do Amazonas Médio e Baixo Negro, onde os rios de águas pretas e claras formam ecossistemas únicos e abrigam biodiversidade rara. A região sofre com urbanização desordenada, pesca irregular e pressão sobre áreas protegidas e comunidades tradicionais.

Até 2026, o projeto vai colocar 1 milhão de hectares sob gestão ou conservação melhorada, apoiar a criação de novas áreas protegidas, fortalecer territórios quilombolas e indígenas e implementar políticas que integrem conservação ambiental e saúde pública.

 

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“Essa região, a mais biodiversa do planeta, é fundamental para a regulação do clima e abriga povos indígenas, comunidades locais, empresas e organizações que lideram soluções conjuntas.”

– Mariana Varese, líder do projeto Conservando Juntos

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