Amazônia mais Robusta: Agroflorestando Humaitá

Janeiro de 2026 a Dezembro de 2029

O projeto é desenvolvido nos municípios de Humaitá e Manicoré, no sul do estado do Amazonas, em uma das regiões mais ameaçadas do Bioma Amazônico, onde os índices de desmatamento e  perdas de biodiversidade têm sido crescentes e incessantes.

O objetivo principal do projeto é contribuir para a implementação do Arco da Restauração por meio da implantação de 200 hectares de áreas restauradas de forma  participativa, com técnicas de restauração ecológica e produtiva nas Terras Indígenas Sepoti, Diahui, Tenharim Marmelos e comunidades extrativistas da Floresta Nacional  Humaitá, promovendo o fortalecimento da cadeia produtiva da restauração florestal na Amazônia.

A principal estratégia é a restauração produtiva por meio da implantação de sistemas agroflorestais, tendo espécies arbóreas nativas de referência na região e de interesse para a conservação associadas ao cultivo de cacau e de café Robusta, proporcionando benefícios sociais e segurança alimentar, e ao mesmo tempo, restabelecendo os processos ecossistêmicos e serviços ambientais por meio do sequestro de carbono, regulação hídrica e conservação da biodiversidade no contexto das mudanças climáticas.

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Parcerias pela Restauração da Amazônia

A iniciativa articula organizações com atuação complementar na Amazônia, integrando restauração ecológica, produção agrícola sustentável e fortalecimento de comunidades locais. O projeto tem como eixo central a restauração produtiva, com o cultivo do café Robusta (Coffea canephora) em sistemas agroflorestais integrados, utilizando o café como cultura mobilizadora para recuperar áreas degradadas, gerar renda e melhorar a qualidade ambiental.

Os chamados Robustas Amazônicos, desenvolvidos pela Embrapa e adaptados às condições da região, já contam com reconhecimento de Indicação Geográfica em municípios de Rondônia, reforçando seu potencial como ativo estratégico da bioeconomia amazônica. O cultivo é conduzido por agricultores familiares e comunidades indígenas, com base em práticas agroecológicas que conciliam produção e conservação.

Ecoporé contribui com sua experiência em restauração e conservação da biodiversidade, especialmente por meio da Rede de Sementes e da Bioeconomia Amazônica (Reseba), que fortalece cadeias de sementes nativas e amplia oportunidades ligadas aos recursos florestais não madeireiros.

Idesam amplia a escala e a qualificação da produção sustentável de café em sistemas agroflorestais, com referência no projeto Café Apuí Agroflorestal, que integra espécies nativas ao cultivo, promove a regeneração de áreas desmatadas e conecta produtores a mercados diferenciados.

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“Contribuir para a implementação do Arco da Restauração por meio da implantação de 200 hectares de áreas restauradas de forma participativa, com estratégias de restauração ecológica e produtiva em terras indígenas e comunidades tradicionais.”

– objetivo geral do projeto

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