A iniciativa responde a uma demanda das associações indígenas locais e de instituições públicas para avançar na regularização da visitação que já ocorre em algumas comunidades da região. Quatro comunidades já participaram da oficina.
Formações contribuem para que os próprios indígenas, através do diálogo entre ciências, ampliem seus conhecimentos técnicos e consolidem processos de pesquisa e monitoramento conduzidos por eles mesmos.
O encontro reúne especialistas, instituições públicas, universidades e organizações da sociedade civil para avaliar o andamento das ações previstas no plano e fortalecer estratégias de conservação das espécies de quelônios na Amazônia.
A WCS Brasil convida empresas interessadas a apresentarem propostas para a prestação de serviços de interpretação necessários à realização da primeira missão de supervisão de 2026 do Projeto Manejo da Bacia Putumayo-Içá